terça-feira, 12 de outubro de 2010

Nada me Impedirá...

Nem a tristeza, nem a desilusão
Nem a incerteza, nem a solidão
Nada me impedirá de sorrir.
Nem o medo, nem a depressão
Por mais que sofra o meu coração,
Nada me impedirá de sonhar.
Nem o desespero, nem a descrença
Muito menos o ódio ou alguma ofensa,
Nada me impedirá de Viver.
Em meio as trevas, entre os espinhos,
Nas tempestades e nos descaminhos,
Nada me impedirá de Amar.
Nem mesmo o último gole do orgulho derramado
Da frágil taça, que é a vida,
Nada me impedirá de perdoar.
Porque mesmo dentre todos os possíveis fins e afins,
Sei que sempre restará, ao menos, um fio de esperança,
Uma energia irradiante,
Que será o suficiente para me fazer te Amar.
Amar-te como a maresia da praia,
O que os ventos afagam numa brisa serena,
E o que a onda sepulta na areia,
Como se ainda fosse cedo,
Como se nunca fosse tarde,
Nada me impedirá de Eternamente te Amar.

Um comentário:

  1. Muito bonito!
    Pelos vistos, continuas muito inspirado, parabéns.

    Beijos

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Não esquecendo que tudo é desenvolvido como poesia livre, seja uma crítica ou um ponto de vista.
Ninguém é obrigado a concordar, mas respeitar e ser sincero ajuda ^^